CABALA

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       Cabala: CRENÇAS E SISTEMA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Embora a Cabala se torne publicamente conhecida a partir dos séculos XI ou XII, já era transmitida oralmente desde os tempos de Abrahão, e até antes, não com o nome de Cabala – porque não é um nome -, mas com diferentes nomes segundo aqueles do “Caminho”, uma entidade completamente visível no Novo Testamento, e onde Saulo foi iniciado nos mistérios, passando a se chamar Paulo, e ele, compreendendo a missão do Divino Mestre, assumiu a dianteira no movimento da nova religião.

A religião cristã, particularmente na doutrina admitida pela Igreja Católica, também tem os seus “mistérios” com uma roupagem cristianizada, e não é segredo para ninguém, foi absorvido do antigo paganismo.

    

Agrega a Cabala ideias filosóficas que podem ser comparadas às de alguns filósofos gregos, ideias dos gnósticos – alguns dos tempos dos patriarcas da Igreja, como Orígenes, Amônio Sacas, Fílon de Alexandria, etc. Mas a Cabala precede todos eles, porque existe desde os tempos que o homem passou a se entender como um ser inteligente

 

 

          CREDO DO CABALISTA

 

·  AQUELE é um SER supremo, infinito, absoluto, Ain Sof (Sabedoria Absoluta), inconcebível, ainda que reconhecido na natureza.

Todavia, não podemos expressar ideias metafísicas sem a menção do termo Deus, simplesmente porque nos é muito difícil entender uma coisa sem formar imagem.

 

·    O UNI-verso (o grande e o pequeno) é uma emanação, representado nas 10 [= PAI] esferas da Árvore da Vida, e “como é em cima (26) é em baixo (15)”. 

 

  ·  O cabalista não acredita na salvação por procuração, isto é, que aceitando Jesus como seu salvador o lugar no céu já está garantido. Cada um de nós é o responsável pela sua salvação.     

 

·   A alma de cada homem já existia antes dele nascer em/de novo, e o que ele é agora em seu novo nascimento é consequência de suas escolhas anteriores. O corruptível mudou, mas o incorruptível não. Logo, a Cabala não somente aceita a doutrina da palingenesia como tem aí um de seus grandes pilares. “E, se quereis reconhecer, João Batista é Elias que estava para vir, e já veio” (Mateus  11:12). Como diz Jesus, quem quiser reconhecer, que reconheça, quem não quiser, não é obrigado.

 

 

 

               retrocede: A viagem do Ego                avança