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GALGAL
– PALINGENESIA: POR QUE RENASCEMOS?
GALGAL é a pronúncia em português da palavra hebraica reencarnação.
Galgal = roda; aquilo que faz um ciclo. [Em inglês: gilgul].
Aproxima-se de
Galgalmesh, o lendário herói babilônio, que na mitologia babilônica
representa o processo de reencarnação.
Renascemos para julgar a nós mesmos, porque a bondade de Deus é
tão grande – e a condenação ao julgamento tão ampla - que nem mesmo Ele se
deu ao direito de nos julgar, mas incumbiu a cada um de nós mesmos de
fazê-lo.
O cabalista acredita também na afirmação de YHVH
“Eu tudo vos coloquei em vossas mãos”, de modo que nada está
fora do controle do homem, mas sua ignorância a respeito dos mistérios o faz
pensar que sim, especialmente em relação aos seus animais e bens.
REENCARNAÇÃO
A doutrina da reencarnação é tão lógica que negá-la, se não for má vontade,
é ignorância ou hipocrisia. Entre tantas passagens que encontramos no Velho
e no Novo Testamentos, a mais célebre, sem dúvida, é aquela em que Jesus
afirma – sem voltas, e sem uso de metáfora – que João Batista era Elias que
tinha voltado. “Em verdade vos digo: Entre os nascidos de mulher, ninguém
apareceu melhor do que João Batista... E, se o quereis reconhecer, ele mesmo
é Elias, que estava para vir. Quem tem ouvidos, ouça”. (Mateus 11).
Esta afirmação de Jesus é confirmada por Lucas, que inicia seu
evangelho dizendo que João Batista "irá adiante do YHVH no espírito e poder de
Elias...". (Lucas 1: 11)
Podemos inferir então porque um problema surge tão inesperadamente em nossa
vida, e também porque retornamos inúmeras vezes ao estado físico. Apesar
disso, não gastamos tempo suficiente para tentar avaliar nossa vida
universal, confessando as nossos pecados diante da divindade - não
daquela que a ortodoxia coloca fora do homem.
Mesmo enquanto estamos no “além” não avaliamos perfeitamente os nossos
erros no nosso círculo prévio de vida, para determinar exatamente como
encarar as tentações futuras quando surgirem.
Por que então uma alma quereria voltar à forma terrestre antes que estivesse
preparada?
Porque preme a queda na assim chamada natureza humana: O gosto pelos
prazeres da carne, o desejo excessivo do álcool, de sexo, de cuidados com o
corpo, e outros itens semelhantes. Algumas almas estão sobremaneira
apaixonadas pelos corpos que deixaram para trás, que mal podem esperar por
uma oportunidade de formar um outro corpo e um conjunto que o favoreça.
Estas almas que estão tão dramaticamente ligadas à terra não
serão capazes de avançar espiritualmente até que aprendam a dar menos
atenção aos apetites da carne. Todo hábito formado de prazer - e eles são
infinitos - apanha a pessoa no contínuo ciclo de renascimento, até que os
apetites sejam finalmente afastados enquanto ainda se está na carne – avidez
ao dinheiro, avidez pelo poder, avidez de sexo, e hábitos animais como uma
procura antinatural do álcool, das drogas, do tabaco, ou quaisquer das
circunstâncias no campo emocional em que nos sentimos impossibilitado de
passar por cima. Voltamos para encarar tudo o que não conseguimos lidar de
modo construtivo, até aprendermos a sobrepujar de modo construtivo os
problemas que nós mesmo causamos, por ignorância da Grande Lei.
A covardia chamada suicídio é um erro imenso, pois a pessoa apenas
adiou o enfrentamento dos problemas que erroneamente julgava deixar para
trás. O suicida, além disso, é diferenciado no Além, e apressadamente é
forçado pela Lei do Carma a retornar à vida terrestre: mais cedo ou mais
tarde, será obrigado a encarar os problemas que, na vida anterior, preferiu
se acovardar a buscar o nome de Deus.
Esta é uma lição para as almas que gostariam de quebrar o ciclo
de renascimento.
retorna
avança
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